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19.12.07 SUGESTÕES QUE BUSCAM A VIABILIZAÇÃO DO PROJETO ARENA
Os Conselheiros do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense abaixo identificados, após exame da documentação disponibilizada pelo Conselho de Administração do Clube acerca do Tema ARENA GRÊMIO, vêm, respeitosamente, encaminhar algumas considerações e sugestões que buscam a viabilização do Projeto ARENA, salientando que, preliminarmente, todos os signatários são favoráveis ao empreendimento.
CONSIDERANDO QUE:
(…) 4)A opção entre os dois projetos Arena será vital para o futuro do Grêmio;
5)A decisão não poderá ser presidida por simples emoção, simpatia, ou motivos secundários;
6)As etapas de desenvolvimento do Projeto Arena Grêmio devem obedecer a critérios técnicos consagrados e atender valores de transparência e respeito ao torcedor gremista;
7)As ações implementadas pelo Conselho de Administração sobre o Projeto Arena, até o presente momento, atendem aos princípios e valores constantes no Planejamento Estratégico do Clube, especialmente, no que se refere à busca pela excelência de gestão e a satisfação do universo de torcedores;
PROPÕE-SE:
1) Como forma de garantir total equilíbrio nas várias etapas de negociação, em especial, quanto aos detalhamentos minuciosos das propostas e buscando a segurança dos Conselheiros do Clube no momento de votar, tal qual foi o procedimento adotado quando do estudo prévio e da análise jurídica, a contratação, pelo Conselho Deliberativo, de empresa de consultoria externa especializada (p.ex. um Banco de Investimento), isenta e independente, para que, obedecendo à metodologia técnico-científica pertinente, avalie pontos fortes, pontos fracos, ameaças e oportunidades com avaliação de cenários das propostas apresentadas para construção da Arena Grêmio e emita diagnóstico técnico-conclusivo;
2) Solução da Dívida: na medida em que a dívida do Clube passa a representar, percentualmente, um valor pequeno no âmbito da obra total sugere-se, também, sua inclusão no pacote de negociações;
Obs. não se divulgam os consideranda de 1) a 3) para não correr o risco de violar cláusula de confidencialidade.
PENSE ANTECIPADO. PENSE GRÊMIO. SEMPRE!
Sugestões sobre a Arena
Fevereiro 28, 2008Palavras de Antoninni
Fevereiro 26, 2008Nota que está no Click_RBS
Arena será o estádio mais moderno do Brasil, garante dirigente do Grêmio
Conselho irá analisar novas propostas das empreiteiras no mês de março
O vice-presidente do Grêmio e um dos responsáveis pelo projeto Arena, Eduardo Antoninni, revelou na noite desta segunda-feira que a Arena gremista será o estádio mais moderno do Brasil. O dirigente aposta que a nova casa do Tricolor irá sediar jogos da Copa do Mundo de 2014:
– A gente trata das coisas do Grêmio com muito cuidado, mas ao mesmo tempo temos que ter arrojo. Não existe projeto no Brasil parecido. É o único clube que construirá um estádio novo. As outras arenas que serão construídas são projetos de governos estaduais. A Arena será o estádio mais moderno do Brasil em 2014. O país não pode desprezar uma obra deste porte – disse Eduardo Antoninni.
As duas empreiteiras que disputam o direito de construir o novo estádio gremista melhoraram as propostas que haviam feito até o final do ano passado. A oferta do consórcio português TBZ-OAS é a preferida da diretoria gremista, mas a construtora Norberto Odebrecht também está no páreo:
– Devido aos feriados de final do ano, optamos por dar um tempo maior para que as empreiteiras melhorassem suas propostas. Isto foi feito. A Odebrecht melhorou a proposta na questão financeira. O Grêmio receberia uma parcela maior na sociedade. Já os portugueses, que haviam feito uma proposta para a construção no bairro Azenha, onde hoje está localizado o Olímpico, também fizeram uma proposta para o Humaitá – disse o dirigente.
Além da opção pelo Humaitá, que agrada à diretoria e parte do Conselho Deliberativo, os portugueses oferecem ao Grêmio 65% de participação dos lucros gerados pela arena. A Norberto Odebrecht propõe 50% de participação.
– Todas as propostas são baseadas em um estudo de viabilidade feito pela empresa Amsterdã Arena. O estádio proposto, em todas as propostas, terá capacidade para abrigar 50 mil torcedores, com cobertura total, menos no gramado. Serão quatro anéis, um com 150 camarotes, um com cadeiras VIP’S, e outros dois com preços mais acessíveis. A diferença entre as propostas é que os portugueses propõem ficar com 35% das receitas geradas pela Arena e o Grêmio não terá nenhum financiamento. Pela proposta da Odebrecht, 50% das receitas ficam com a empresa e o Grêmio ainda teria um financiamento de 10 anos – revelou Antoninni. O custo da obra está orçado entre R$ 270 a R$ 290 milhões.
O tempo de construção também favorece os portugueses. Pela proposta do consórcio TBZ-OAS, o prazo é de dois anos para a conclusão da obra. A Odebrecht promete concluir em três anos. A definição do Conselho Deliberativo ocorrerá no início de março.”
PS.: Como já disse antes, o que me incomoda nisso tudo é a demora dos conselheiros decidirem onde será o local da nova Arena. Inicialmente, a votação estava para o dia 22 de janeiro, segundo informou o site do Globo Esporte, depois passou paera fevereiro, logo após o carnaval e agora em março. Outra coisa, é que no site da Zero Hora, estava que a Arena seria mesmo no Bairro Humaitá, pois a TBZ mudará o seu projeto. Mas o que consta nas palavras do Eduardo Antoninni é que a TBZ tem duas proposta, uma na Azenha e a outra no Humaitá. A impressão que eu tenho é que as chances da nova Arena ser na Azenha são muito remotas, por tudo que já foi postado neste blog e no Grêmio_Imortal_1903. Sobre a Arena ser o estádio mais moderno do Brasil, eu fico com a cautela. Primeiro, quero ver esse estádio de pé, depois sim, afirmar que é o estádio mais moderno do Brasil.
Arena Gremista no bairro Humaitá
Fevereiro 23, 2008


A TBZ-OAS mudou o seu projeto. Antes o grupo português sugeria a nova Arena na Azenha, onde se localiza o Olímpico. Porém, segundo informa a Zero Hora, a TBZ-OAS mudou o seu plano e agora oferece o projeto no Bairro Humaitá, assim como já fazia o a construtora Noberto Odebrecht. Antes, especulava-se que a proposta da Odebrecht era favorita na decisão do Conselho Deliberativo, muito por conta da localização situada no Bairro Humaitá, que é mais vantajosa e segura do que na construção do novo estádio na Azenha. Então, não sei o que levou o grupo TBZ-OAS a mudar, mas eu suponho que os portugueses estavam prevendo uma iminente derrota, e com isso, resolveram apostar no Bairro Humaitá. Se essa informação for verídica, então acabaram as chances do novo estádio ser na Azenha, sendo assim, o Grêmio sairia do seu tradicional bairro. Com esa decisão, houve uma reviravolta. O grupo TBZ passou a ser favorito em relação à construtora Odebrecht, por questão financeira. A TBZ oferece uma divisão de arrecadação nos 20 primeiros anos da Arena, mais vantajosa para o Grêmio, do que a Odebrecht. Com a TBZ, o Grêmio ficaria com 65% das arrecadações da nova Arena, enquanto com a Odebrecht, ficaria com 50%, durante esse período de 20 anos. Então, houve aí uma reviravolta, o que leva a crer, que o grupo português possa ganhar essa briga.
PS: Uma pessoa que postou aqui, e não se identificou, passou-me links que informam sobre a TBZ e suas polêmicas em Portugal. Eu não tive muito tempo ler tudo e postar sobre o assunto, mas garanto que farei isso.
Fonte: Zero Hora
Declarações de Ricardo Teixeira
Fevereiro 14, 2008 
Parece que o presidente da CBF mudou o tom, sobre a sede de Porto Alegre para a Copa do Mundo de 2014. Em 2007, acompanhando pelos agentes da FIFA, que vieram ao Brasil para averiguarem os estádios brasileiros, antes da decisão oficial do país ser cede da Copa em 2014, o então presidente da CBF disse que o Beira-Rio seria a cede para a Copa de 2014 e que não haveria motivos para mudar. Agora está um pouco diferente. Nesta quarta-feira, Ricardo Teixeira disse que o Rio Grande do Sul terá dois estádios adequados para a Copa do Mundo, reacendendo o sonho de ter Arena Gremista entre as sedes do maior evento do futebol mundial. O vice de planejamento, Eduardo Antonini, falou sobre as declarações do presidente da CBF: “A construção do Arena independe da realização da Copa do Mundo. O Grêmio precisa modernizar e ter seu novo estádio. Mas é lógico que a declaração do presidente Ricardo Teixeira é importante. Nunca escondemos que ser sede da Copa era um dos objetivos já que o projeto é consistente. Ter o Arena como uma das sedes da Copa do Mundo aumentará em muito a visibilidade facilitando a participação dos patrocinadores e do setor público resultando em receitas para a obra. Assim que o estádio estiver em construção, tenho certeza que haverá um acompanhamento da FIFA e da CBF (…) Sempre acreditamos na possibilidade de receber jogos da Copa. Não faz sentido que nosso estádio, que será o mais moderno Brasil, fique fora da disputa”.
Concordo com Antonini. Mas sempre tenho a impressão que a relação entre a direção colorada e a CBF é mais “amistosa” e isso, com toda certeza, é decisiva para uma eventual decisão da CBF, envolvendo interesses daqueles que a rodeiam. Por isso a minha desconfiança.
Agora foi para março…
A eleição do conselho Deliberativo estava marcada inicialmente para 22 de janeiro. Lembro-me perfeitamente quando eu li essa informação no site do Globo Esporte. Depois, ficou marcado posteriormente ao carnaval, entre os dias 11 e 20 de fevereiro. Agora, ao que tudo consta, está marcado para março, e ainda não tem data definida. Mais uma vez, nós teremos que esperar pela decisão do local da Arena, que está entre o bairro Humaitá (projeto da construtora Norberto Odebrecht) ou a Azenha, onde fica o Olímpico Monumental (projeto do consórcio português TBZ-OAS). O jeito é esperar mais uma vez, apenas desejo que não ocorra mais adiamento e que isso seja decidido logo.
As ponderações de Rogério Tolfo, escrito por Wianey Carlet
Fevereiro 8, 2008“Wianey Carlet
Arena ou estádio?
Pela exiguidade do espaço, reproduzo apenas parte das interessantes ponderações enviadas por Rogerio Tolfo, economista, consultor financeiro e conselheiro do Grêmio. A íntegra da correspondência está no meu blog em zerohora.com. Assunto: a arena do Grêmio. A seguir, os questionamentos e dúvidas de Tolfo:
- Se a proposta dos portugueses considera o uso da área pública, esta se dá somente no espaço aéreo. Na verdade, o projeto melhoraria a parte viária, no referido ponto. Mas não deveria o Grêmio exigir que todos os projetos se limitassem as áreas possíveis, sem invasão de espaços públicos?
- Humaitá é o local adequado? Falo com muitos gremistas que não se opõem a construção de novo estádio, mas gostariam de permanecer na Azenha.
- Há seguro, contratado, mesmo para Humaitá, que garante que se a construtora falir, o empreendimento será terminado? Não podemos esquecer que o argumento para construir outro estádio é o desgaste do Olímpico. Logo, o mesmo não vai durar muito tempo e ficaremos sem estádio de qualquer jeito.
- Por que a direção pressiona tanto para que o projeto Humaitá seja aprovado?
- A Grêmio Empreendimentos será uma empresa. Se os recursos da venda da atual área do estádio não forem bem geridos, a empresa pode falir e ficarmos sem estádio e sem dinheiro, independentemente de a obra ser na Azenha ou Humaitá.
- Será que as receitas a serem geradas serão factíveis? Vão querer cobrar ingresso do associado, além da mensalidade? Não somos a Europa, cabe destacar.
- Os projetos não seriam demasiadamente luxuosos?
- Será que as receitas não se reduziriam? Ou o associado terá que pagar ingresso, além da mensalidade?
- Por que não construir um novo estádio (não arena) ou reformar o Olímpico (é factível?). Quando me refiro ao estádio, poderia ser algo como o Engenhão sobre o qual, em nenhum momento, se falou em padrão Fifa sendo, aparente e simplesmente, um novo estádio;
- Será que nosso torcedor, em média, tem cultura para se comportar como o público europeu? Se cada Estado tem suas peculiaridades, imagina as diferenças para países e continentes. Em suma, o luxo não terá que ser reconstruído a cada insucesso do time?
- Será que não teríamos que ter um projeto feito para nossa realidade sócio-econômica e cultural?
- Entendo que o Olímpico está se degradando e talvez este processo esteja se acelerando tendo em vista a certeza da diretoria de que sairemos da Azenha. A manutenção preventiva vem sendo feita?
- Queremos essa arena moderna, padrão Fifa, algo notável, de Primeiro Mundo, para ver um time modesto jogar por não ter recursos e estar endividado?
O debate é muito maior do que, simplesmente, a escolha do local. E uma decisão precipitada e equivocada tende a ser irreversível.
Espero ter contribuído para o debate, mostrando outro ponto de vista sobre o mesmo assunto.
Cordiais saudações de quem admira tua postura profissional e qualidade do teu trabalho.
Rogério Tolfo”
Abaixo, a resposta de Eduardo Antonini, membro do Conselho de Administração do Grêmio.
Está no Blog do Wianey
Fevereiro 6, 2008“Quarta-feira, 06 de fevereiro de 2008
Arena ou estádio
Publiquei, recentemente, e-mail de Rogério Tolfo, conselheiro do Grêmio, que questionava vários pontos do projeto que pretende dar ao Grêmio um novo estádio ou arena.
Publico, hoje, correspondência de Eduardo Antonini, membro do Conselho de Administração do Grêmio, refutando e esclarecendo questionamentos apresentados por Tolfo. A seguir, a íntegra do e-mail:
“Prezado Wianey,
Como estou passando o Carnaval fora de Porto Alegre, somente agora tive acesso a tua coluna de sábado “Arena ou estádio?”. Trato, a seguir, de algumas questões gerais sobre o projeto Arena e outras específicas abordadas pelo conselheiro suplente Rogério Tolfo:
- o projeto Arena está sendo estudado desde o início de 2006, ou seja, há dois anos, período em que a Diretoria do Grêmio procurou contar com apoio de especialisatas de renome para, em conjunto, e com a tranquilidade necessária, pensar todas as questões sobre esse importantíssimo e complexo projeto;
- nesse período foi realizado pela Amsterdam Advisory Arena um estudo de viabilidade que tratou de questões financeiras, jurídicas e arquitetônicas, entre outras. Foi esse estudo que apontou como ideal a construção da Arena no Humaitá. A Diretoria nunca se manifestou publicamente sobre eventual preferência por local. Mesmo assim, quando elaboramos a Carta Convite, que visou buscar, seguindo os critérios estabelecidos pelo Grêmio (contendo as garantias necessárias, conceito do estádio, modelo de negócio, etc), deixamos em aberto a possibilidade de recebermos propostas para a Azenha. E foi o que ocorreu: temos duas propostas habilitadas, uma para o Humaitá e outra para a Azenha. Quem fará a escolha, democraticamente, serão os conselheiros do Grêmio;
- a Carta Convite, elaborada por escritório paulista especializado em projetos como esse, exigiu diversas garantias obrigatórias. Nesse contexto, há seguro previsto em ambas as propostas;
- quanto à Grêmio Empreendimentos gerir os recursos de eventual venda da área onde está o Olímpico, é importante ficar claro que, na proposta existente para seu futuro estatuto, fica definido que qualquer decisão sobre o patrimônio do clube deverá ser aprovada pelo Presidente do Grêmio e, ainda, submetida ao Conselho Deliberativo. No caso específico da proposta para construção da Arena no Humaitá, a área atual do Olímpico estaria inserida no negócio como um todo, não ficando o capital do terreno à disposição da Grêmio Empreendimentos;
- sobre o estádio, quero fazer um comentário importante, de quem conheceu os estádios mais modernos do mundo: o Grêmio terá um Estádio que será uma Arena, ou seja, não são dois conceitos excludentes. Apenas, seguindo o que há de mais moderno atualmente, não teremos pista olímpica, aproximaremos os expectadores do campo de jogo, seguindo os conceitos das diversas Arena existentes no mundo, o que fará nossos adversários sentirem ainda mais o fator local;
- outra questão importante: não há luxo algum no projeto de nossa Arena. Tanto que o Engenhão, citado pelo conselheiro Tolfo, e que não dispõe nem da metada das áreas projetas para multiuso em nosso projeto, e que foi construído, coincidentemente, em parceiria pela duas construtoras que disputam nosso projeto (Odebrecht e OAS, essa associada aos portugueses), teve seus custo mais de 50% superior ao estimado pelas mesmas construtoras para o nossa Arena;
- ser padrão FIFA, não necessariamente encarece o projeto, mas nos habilita a sediar jogos da Copa do Mundo e, principalmente, principalmente, utiliza as melhores práticas de segurança, acessibilidade, conforto e tudo o mais que o nosso torcedor merece e saberá, certamente, usufruir;
- as receitas projetadas pelos dois interessados no projeto estão totalmente compatíveis com a realidade do Grêmio e com o estudo de viabilidade realizados pela Amsterdam Arena. Um dos objetivos desse projeto é planejar o futuro (próximos 30 anos) do Grêmio com maiores e melhores (mais diversificadas) receitas para, justamente, termos condições de apresentar, sempre, um time de primeira linha que orgulhe os gremistas e nos traga ainda mais títulos.
Fico a tua disposição para quaisquer outros esclarecimentos.
Um abraço,
Antonini”
Postado por Wianey às 17h33”
Dificuldades que vêm da geografia
Fevereiro 2, 2008
Não sabia que o Cacalo havia dado essa explicação. Não por ser um desinformado, mas por estar morando, neste momento, em Santo André-SP. Infelizmente, essa distância geográfica me atrapalha, para manter os meus blogs do Grêmio. Por isso mesmo, a colaboração de outros torcedores gremistas é fundamental para a permanência deste blog e fazer dele como um veículo de comunicação, que não apenas informe, mas também cobre da direção gremista soluções e explicações. Por isso, não quero que esse blog seja meu, quero sim, que esse blog seja da comunidade gremista. Então, gostaria de ter colaboradores, para postarem opiniões, mesmo que contrárias (melhor ainda para debater). Por exemplo, eu quero que a arena seja no Humaitá, mas seria importante ter alguém que ache a melhor opção na Azenha. Por isso, acho importante ter colaboradores. Quero que este meio seja meio fiscalizador sobre as obras da Arena Gremista. Portanto, uma união gremista é necessária para dar mais força e defender os interesses da torcida, quando necessário.
Está no BLOG DA CORNETA PRÓ GRÊMIO
Fevereiro 2, 2008
Recebi um comentário interessante do “Gremista Alerta”. São opiniões importantes, e por isso, resolvi postá-las aqui. Aqui está o link de seu blog:
http://www.blogdacornetaprogremio.blogspot.com/
“Arena: algumas contradições
Ao ser criticada na questão da escolha do terreno para a construção da arena, a direção do Grêmio – veementemente – veio a público assegurando que, se fosse construída em local diferente do Estádio Olímpico, quem compraria a área seria “o investidor”.
Pois, agora, sabe-se que, além de pagar o terreno, o Grêmio vai aplicar na construção todo o dinheiro da venda do complexo da Azenha. Vai pagar por parte de um terreno que, segundo Zero Hora de hoje, quem tem a opção de compra é a Odebrecht.
Estranha é também a afirmação da matéria oficiosa de que o projeto da Odebrecht é favorito.
Como favorito? Não é o Conselho Deliberativo quem vai decidir? Quem fez pesquisa no Conselho Deliberativo ? A que interesse serve essa opinião?
Este blog apela aos responsáveis para evitar essas “barbeiragens” e outras para não estragarem essa magnífica idéia.
Arena: novas contradições
Arena
O consórcio português TBZ-OAS entregou ontem ao Grêmio a proposta oficial para a construção da Arena na Azenha. A Odebrecht, que prevê o complexo esportivo no bairro Humaitá, já havia entregue o projeto definitivo na semana passada. A escolha será feita em reunião do Conselho Deliberativo, entre os dias 11 e 20 de fevereiro. Dos 313 conselheiros aptos a votar, apenas 80 tiveram interesse em analisar o projeto – cujas minúcias foram disponibilizadas a eles pelo vice-presidente de planejamento do clube, Eduardo Antonini. (ZH de hoje)
Estranha essa crítica. Parece ser intenção desmoralizar os conselheiros que não foram examinar.
Duas perguntas: Que minúcias foram apresentadas, se o projeto TBZ-OAS, proposta oficial, somente foi entregue ontem? E a outra, a da Odebrecht somente foi entregue semana passada?
De que adiantou para os 80 conselheiros terem ido analisar as minúcias do que não existia?
Outra explicação deu o Cacalo, hoje no sala de redação: de que foram formados grupos para analisar e depois repassar a grupos maiores.
ATENÇÃO, ATENÇÃO! NÃO SUB NEM SUPERAVALIAR
Experientes corretores da praça estão a dizer que a área do Estádio Olímpico, Azenha, vale um (01) CUB o metro quadrado.
Daria cerca de cem milhões de reais.
Enquanto isso, depois da valorização do anúncio de alguns apressados assessores do Grêmio a área do Humaitá teria passado a valer R$ 100,00 (cem reais) o metro quadrado.
Antes valia quanto? Os mesmos experientes corretores dizem que o proprietário estava com o imóvel à venda, há uns três ou quatro anos por 25 (vinte e cinco) milhões de reais e não conseguia comprador.
A quem interessa divulgar os segredos do negócio PREMATURAMENTE? Boquirrotos! Falastrões! Bocas-rotas!
Estão confundindo “transparência” que é a divulgação após ter assegurado todas as opções necessárias e não a plantação de especulações para aparecer na mídia e encher os bolsos dos especuladores.
Sugestão. Dêem uma olhadinha pra ver se o imóvel está em garantia e por quanto foi avaliado pelo credor em favor do qual está hipotecado, penhorado, caucionado, alienado ou seja qual for o ‘palavrão’ que se aplica . Ou ainda – falem contadores e auditores – por quanto foi avaliado na ultima reavaliação patrimonial do proprietário.
Uma coisa já é certa. Essa mania de falar antes do tempo para aparecer na mídia está causando um tremendo prejuízo ao Grêmio… Quando é que vão aprender a guardar sigilo e encaminhar um negócio sem a divulgação nefasta? Essa divulgação somente deveria acontecer depois de tudo “amarrado”, antes de o proprietário saber qual a razão do interesse.
Cornetão para os boquirrotos, apressadinhos, exibidos!
Controlem a ejaculação precoce! Com tratamento se for preciso!”
O Desinteresse pela proposta da TBZ
Fevereiro 1, 2008Saiu no site da Zero Hora e no Blog Wianey Carlet um fato estranho e digno de atenção. Até o momento que saiu a notícia nestes meios de comunicação, dos 313 conselheiros aptos a votar na decisão do local da nova Arena, apenas 80 analisaram a proposta entregue pela TBZ-OAS no dia 30 de janeiro. Talvez, seja influência do feriado de carnaval, mas o fato não deixa de ser um tanto estranho. E combina isso o fato da proposta da TBZ ser muito arriscada, pois caso a construtora quebre durante as obras, o Grêmio poderia ficar sem estádio (e outros possíveis motivos já estabelecidos neste blog). Ainda some isso ao fato do projeto da TBZ precisar de uma desapropriação de uma rua próxima ao Olímpico, e no tamanho da burocracia da Prefeitura privatizar o local, para que as obras sejam realizadas lá. Mas talvez, depois do feriado, mais conselheiros vejam a proposta da TBZ. Entretanto, está na cara que a Odebrecht deve ganhar essa corrida. Parece que o local da Arena está decidido, e a votação do Conselho Deliberativo seria apenas um seguimento de protocolo.
Embaixo, estão na íntegra os textos e os links da Zero Hora e do Blog Wianey Carlet.
Link: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&newsID=a1752539.xml
“Consórcio português entrega proposta oficial da Arena
Escolha de local será feita em reunião entre os dias 11 e 20 de fevereiro
O consórcio português TBZ-OAS entregou ontem ao Grêmio a proposta oficial para a construção da Arena na Azenha. A Odebrecht, que prevê o complexo esportivo no bairro Humaitá, já havia entregue o projeto definitivo na semana passada. A escolha será feita em reunião do Conselho Deliberativo, entre os dias 11 e 20 de fevereiro.
Dos 313 conselheiros aptos a votar, apenas 80 tiveram interesse em analisar o projeto — cujas minúcias foram disponibilizadas a eles pelo vice-presidente de planejamento do clube, Eduardo Antonini”.
Blog Wianey Carlet: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a1753493.xml&template=3916.dwt&edition=9221§ion=65
“O Grêmio já recebeu as propostas das duas empresas interessadas em construir uma arena para o clube: Odebrecht e o consórcio português TBZ-OAS. Uma delas deseja levantar o novo estádio no lugar onde está o Olímpico. Esta proposta deverá ser rejeitada pelo Conselho Deliberativo, por duas razões: seria arriscado derrubar o Olímpico e ficar sem estádio próprio durante vários anos. E se a construtora, por exemplo, quebra durante a construção? Abre falência? Além disso, esta proposição exige a desapropriação de uma rua marginal ao Olímpico. A Prefeitura Municipal teria muita dificuldade para aprovar a privatização de um bem público. Resta Humaitá como local para a construção da arena. O CD deliberativo vai decidir, mas, desde já, chama a atenção a aparente alienação do órgão. Dos seus 313 membros, apenas 80 conselheiros tiveram interesse em analisar o projeto. É possível, até provável, que o período de férias seja responsável por esta atitude. Tomara que seja”.
Um alerta sobre a TBZ
Fevereiro 1, 2008O texto é de autoria de Marcelo Damato, no seu Blog Além do Jogo (muito interessante o blog), e aborda algumas questões envolvendo a Arena Gremista e a TBZ, que valem como alerta.
“O mistério que vem de Portugal
Parece cada vez mais que o grupo de empresas que surgiu em Portugal para operar com futebol não faz bem o que promete. O primeiro caso é o da LusoArenas, empresa que se diz especializada em construção de estádios, mas que nem no próprio site aponta um estádio que tenha construído.
Em comunicação ao blog, a empresa afirma que seus parceiros são confidenciais e citou apenas dois: Náutico e governo da Bahia, sendo que este nem sequer confirma o acordo.
Agora surge no noticiário a TBZ, apontada como uma gestora de estádios, mas que consegue apontar apenas um. o estádio da Cidade de Coimbra. De fato, parece ter mais experiência em gestão de marcas.
Em vários lugares é dito que a TBZ administra o Santiago Bernabéu, estádio do Real Madrid. O que existe é que ela é a gestora da marca Real Madrid na Europa. O acordo é recentíssimo, acertado no final de outubro.
No Brasil a TBZ negocia para ser a gestora do Engenhão, em parceria como Botafogo, e integra uma das propostas para construir e gerir o novo estádio do Grêmio.
A empresa diz que tem 11 anos, mas não se consegue saber o que fazia nos primeiros anos.
Para um país que necessita de mais trabsparência na admonistração do futebol, eses parceiros estão no mínimo na contramão.
Etiquetas: LusoArenas, TBZ
Escrito por Bruno Coelho
Escrito por Bruno Coelho
Escrito por Bruno Coelho